Dr. Fabio Caparroz é otorrinolaringologista com doutorado pela UNIFESP/EPM, especialista em Rinologia, Cirurgia Endoscópica e Medicina do Sono, dedicado a oferecer diagnóstico preciso e tratamento humanizado.
CRM-SP 139054 · RQE 39694
Dr. Fabio Caparroz formou-se em Medicina pela UNIFESP/EPM, onde também fez residência em Otorrinolaringologia, fellowship em Rinologia e doutorado. É especialista dedicado ao diagnóstico e tratamento de doenças do nariz, seios paranasais e distúrbios do sono, unindo formação de referência nacional a um atendimento próximo e humanizado.
Graduação em Medicina pela UNIFESP/EPM
Residência Médica em Otorrinolaringologia pela UNIFESP/EPM
Título de Especialista pela ABORL-CCF
Fellowship em Rinologia — Cirurgia Endoscópica do Nariz, Seios Paranasais e Acesso à Base do Crânio
Doutorado em Medicina (Otorrinolaringologia) pela UNIFESP/EPM
Capacitação em Medicina do Sono pelo Instituto do Sono – SP, certificado pela AMB
O otorrinolaringologista é o especialista responsável por diagnosticar e tratar queixas como obstrução nasal, ronco, sinusite recorrente, alterações do olfato e distúrbios respiratórios do sono. O Dr. Fabio Caparroz é formado e fez residência médica em Otorrinolaringologia pela UNIFESP/EPM, com título de especialista pela ABORL-CCF, fellowship em Rinologia — cirurgia endoscópica do nariz, dos seios paranasais e da base do crânio — e doutorado na área. É também capacitado em Medicina do Sono pelo Instituto do Sono, com certificação pela Associação Médica Brasileira (AMB), e atende em São José do Rio Preto, integrando o corpo clínico de hospitais como o HIORP, o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital Austa.
A sinusite crônica é a inflamação da mucosa que reveste os seios da face, caracterizada pela persistência dos sintomas por 12 semanas ou mais. Costuma estar relacionada a infecções bacterianas de repetição, rinite alérgica mal controlada, desvio de septo ou outras alterações anatômicas das vias respiratórias. Os sintomas mais frequentes são dor ou peso na face — que costuma piorar ao abaixar a cabeça —, congestão e secreção nasal espessa, perda parcial do olfato, tosse persistente, sobretudo à noite, e sensação de pressão dentro da cabeça. Quando não tratada adequadamente, pode evoluir com complicações como crises de asma ou infecções oculares, por isso a avaliação otorrinolaringológica é importante diante de sintomas persistentes.
Na maioria dos casos, a sinusite crônica é tratada de forma clínica, com lavagem nasal, medicações tópicas ou orais prescritas pelo otorrinolaringologista e controle da causa de base, como a rinite alérgica. A cirurgia — geralmente por vídeo-endoscopia nasossinusal — é considerada quando o tratamento clínico bem conduzido não controla os sintomas, quando há pólipos nasais associados ou quando alterações anatômicas, como um desvio de septo importante, favorecem a obstrução e a repetição dos quadros. O procedimento é minimamente invasivo, realizado por dentro do nariz, sem cortes externos, com o objetivo de melhorar a ventilação e a drenagem dos seios da face.
A rinoplastia estética tem como foco a harmonia do nariz com o restante das feições do rosto — pode reduzir proeminências no dorso ou na ponta nasal, estreitar as asas do nariz e corrigir assimetrias, sempre buscando um resultado natural e individualizado para cada paciente. Já a rinoplastia funcional, também chamada de rinosseptoplastia funcional, trata estruturas internas do nariz que dificultam a passagem do ar, como o desvio de septo e a insuficiência da válvula nasal — quando a asa do nariz colaba durante a respiração. Quando o paciente tem queixa estética e funcional ao mesmo tempo, o mais indicado costuma ser tratar os dois objetivos em uma única cirurgia.
Sim, e essa costuma ser a recomendação na maioria dos casos. Quando há indicação estética e funcional ao mesmo tempo, o procedimento — chamado de rinosseptoplastia — é realizado em um único ato cirúrgico, corrigindo o desvio de septo e outras alterações internas junto com o trabalho na forma externa do nariz. Isso evita que o paciente precise passar por duas cirurgias em momentos diferentes e permite um planejamento mais preciso, já que a estrutura interna e a forma externa do nariz estão diretamente relacionadas. A avaliação pré-operatória detalhada é o que define a extensão da cirurgia e a técnica mais adequada para cada caso.
A rinoplastia é realizada sob anestesia, portanto não há dor durante o procedimento. No pós-operatório imediato é comum sentir desconforto leve a moderado, congestão nasal e inchaço ao redor dos olhos e do nariz, controlados com a medicação prescrita. O uso de um molde ou gesso nasal por cerca de 7 dias é habitual, e a maior parte do inchaço visível melhora nas primeiras duas a três semanas, permitindo o retorno às atividades sociais. Ainda assim, o resultado final — sobretudo na ponta do nariz — continua evoluindo de forma sutil por vários meses, podendo levar até um ano para a acomodação completa dos tecidos.
O objetivo de uma rinoplastia bem planejada é justamente o oposto de um resultado artificial: cada nariz é avaliado de forma individualizada, respeitando a estrutura óssea e cartilaginosa do paciente, a espessura da pele e a proporção com os demais traços do rosto. Não existe um modelo único de nariz a ser reproduzido em todos os pacientes — o objetivo é harmonizar, suavizar desproporções e melhorar a função respiratória sem alterar a identidade facial da pessoa. Um planejamento cirúrgico cuidadoso, aliado a uma conversa clara sobre expectativas antes da cirurgia, é o que garante um resultado equilibrado e natural.
Depende da causa. O ronco acontece quando há um estreitamento da via aérea durante o sono, fazendo os tecidos da garganta vibrarem com a passagem do ar. Fatores como obesidade, consumo de álcool à noite, uso de sedativos, tabagismo, alergias respiratórias mal controladas e alterações anatômicas do nariz — como o desvio de septo — ou da garganta podem causar ou piorar o ronco. Quando existe uma causa anatômica bem definida, ela pode ser corrigida cirurgicamente; em outros casos, o tratamento inclui perda de peso, mudança de hábitos, aparelhos intraorais ou uso de CPAP, especialmente quando o ronco está associado à apneia do sono. Uma avaliação otorrinolaringológica detalhada é o ponto de partida para identificar a causa e indicar o tratamento mais adequado.
Nem todo ronco indica apneia do sono, mas os dois quadros estão frequentemente associados e merecem investigação, principalmente quando há pausas respiratórias percebidas por quem dorme ao lado, sonolência excessiva durante o dia ou sensação de sono não reparador. A avaliação inicial inclui uma história clínica detalhada — muitas vezes com o relato do companheiro ou companheira de quarto — e exame otorrinolaringológico completo. O exame padrão-ouro para confirmar ou descartar a apneia do sono é a polissonografia, que monitora o sono durante a noite. A partir do diagnóstico, o tratamento é definido de forma individualizada, podendo envolver desde mudanças de hábito até tratamento cirúrgico ou uso de CPAP, dependendo da gravidade e da causa identificada.
Condições tratadas com mais frequência pelo Dr. Fabio Caparroz.
Avaliação completa dos distúrbios respiratórios do sono, com diagnóstico e tratamento clínico ou cirúrgico.
Rinosseptoplastia funcional e estética, corrigindo respiração e harmonia facial com técnica refinada.
Diagnóstico e tratamento da inflamação crônica dos seios paranasais, incluindo abordagem cirúrgica quando indicada.
Um panorama completo dos exames e cirurgias oferecidos.
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